sábado, 5 de março de 2011

Lembranças dos velhos carnavais de Agudos

Parte 3 - Os blocos e o carnaval das famílias.






sexta-feira, 4 de março de 2011

Velhos Carnavais de Agudos

Parte 2- Foliões e blocos carnavalescos




quinta-feira, 3 de março de 2011

Agudos, o OVNI e os antigos carnavais

Queridos leitores!!


Semana passada, minha inesquecível terrinha, a cidade de Agudos, no interior do estado de São Paulo, conquistou momentos de fama na programação da Rede Globo, mais precisamente no FANTÁSTICO de domingo passado. Foi ao ar uma reportagem a respeito de um OVNI que teria passeado pelo céu agudense, na região da rodovia Rondon. Após a exibição da filmagem os telespectadores foram informados pelo "detetive virtual" do Fantástico que aquilo não era verdadeiro, mas, apenas uma montagem. Não é a primeira vez que o assunto OVNI surge "pairando" sobre a cidade de Agudos. Entretanto, deixarei esse assunto para uma próxima vez. Esta semana, quero falar a respeito dos Carnavais de Agudos, que durante muitos anos encantaram os foliões agudenses e visitantes. Hoje, os Carnavais de Agudos não mais existem, mas, as lembranças e as saudades, essas permanecerão pra sempre.
Um beijo,
Regina Sormani


Saudades dos velhos carnavais de Agudos

Parte 1 - A BANDA INFERNAL DOS LORDES


Por Agnaldo Benincasa, cidadão agudense.

Por volta dos anos 40 e até os 50, os bailes carnavalescos em Agudos eram realizados no rinque de patinação e quem os promovia era o Sr. Benedito Silveira, que angariava fundos entre seus amigos mais próximos para pagar as despesas com os músicos que animavam o salão a partir do domingo, continuando na segunda e na terça-feira. Foi uma iniciativa pioneira, porquanto a cidade não contava com clubes recreativos ou de serviços que viessem a organizar tais eventos. Houvera dois clubes anteriormente, na praça Coronel Delfino, um exclusivo da “elite”, fundado pelo Coronel Leite, passou a ser o Ginásio Municipal São Paulo, depois foi Escola de Comércio e, hoje, é unidade da Escola Serelepe. O outro, mais popular onde hoje é o “Lar das Crianças”. Mais tarde, ocorreu a união do Clube Recreativo Agudense (o rinque de patinação) com o Agudos Tênis Clube (ATC), fundado em 1940. A sede do ATC passou a ser no prédio do Clube Recreativo (ao lado do cine-teatro, sempre teve funções recreativas até ser demolido, sendo o terreno comprado pelo Banco do Brasil, que construiu ali sua agência). Há que se observar que antes da Segunda Guerra Mundial havia bailes no Clube Recreativo e no salão nobre do Cine-Teatro São Paulo, tendo havido, portanto, o deslocamento dos bailes da Praça Coronel Delfino para a Praça Tiradentes. Assim é que as reminiscências de hoje começam com a iniciativa da Banda dos Lordes (mais tarde transformada na Banda Infernal), na nova fase do Carnaval agudense. No ano 1950 surgiu a idéia, de uma turma de rapazes, elementos de nossa sociedade, de formar um bloco musical, que, concretizado, passou a chamar-se “Banda dos Lordes”. Ela era composta, outrora, por: Ezequiel de Castro Guedes, Orlando Domingues, João Domingues, Aldo Paschoal, Pedro Zaniratto, Agnaldo Benincasa, Reynaldo Fogagnoli, Álvaro Paixão, Missionera, Moacir Benetti, Julcir Venturini, Alceu Sormani, Waldir Cezarotti, Paulo de Castro, Eliseu Benincasa e José Zuccarelli. Apenas um pequeno número desses participantes ainda vive. Necessitava-se de um local para os ensaios. Próximo à estação da Paulista, num terreno pertencente à família De Conti, existia uma extinta máquina de benefício de café e lá então esse grupo se reunia, aliás, antes, até para estudar a formação da banda. Decidida a empreitada, apareceu a dificuldade em conseguir os instrumentos. Mas, como o prefeito era o Padre Aquino, conseguiu-se que a Prefeitura os cedesse, após soldagem de alguns furos neles existentes. Quem fazia esse conserto eram o Orlando Domingues e o Moacir Benetti, que garantiam a perfeita sonoridade, no caso dos instrumentos de sopro. O local escolhido era bastante distante, na época, do centro da cidade, o que o tornava perfeito para o sigilo dos ensaios, principalmente quanto às músicas ensaiadas, dentre as quais “Mamãe eu quero", a principal, “Jardineira” e “Pé de Anjo”. Dada a insistência daqueles que tentavam, com seus assopros, conseguir extrair melodia e sonoridade convincentes era levemente perceptível quais músicas iriam sair daquele barulho infernal. Graças a essa persistência de todos em seus assopros, conseguiu-se coordenar o som das composições carnavalescas, que afinal tornaram-se reconhecíveis. A propósito, quando das apresentações, a graça estava na eventual desafinação ou desencontros, que não impediam, contudo, que o público reconhecesse a música que estava sendo executada. Os ensaios demoraram quase um mês, mas as reuniões aconteciam quatro vezes por semana. Quando todo o grupo já estava harmonizado, pensou-se na fantasia. Ela seria composta de cartola, gravata borboleta, fraque e calça azul-marinho. No rosto, seriam alteradas as sobrancelhas e pintados os bigodes e cavanhaques. Na verdade, quando se fantasiaram,muitos dos componentes da banda conseguiram aplicar cavanhaques de pelo de carneiro. Quem elaborou essas fantasias, ou seja, quem desenvolveu o figurino e fez os cortes foi um alfaiate bastante famoso na época, o Sr. Edmundo Zuccarelli. Quanto à cartola, foi emprestada a original, inglesa, do Dr. Gabriel Rocha, que a cedeu, com muita satisfação e a pedido do Lalado, para que servisse de modelo. Cada integrante da banda providenciou a sua, de papelão, naturalmente obedecendo à medida de sua cabeça. Quem as pintava eram os irmãos Orlando e João Domingues, na oficina da Agência Chevrolet, hoje loja 3 dos Supermercados São Paulo. Estando tudo pronto para o início do Carnaval, pensou-se em fazer uma grande surpresa para o público. O grupo deslocou-se de caminhão, cada componente levando sua fantasia e instrumento, até a estaçãozinha de Conceição, da Sorocabana, existente entre Agudos e Bauru. Com a permissão do chefe da estação, vestiram a fantasia e se maquiaram. Compraram suas passagens, que seriam picotadas pelo chefe de trem, após embarcarem. O percurso até Agudos, como era de costume, durou 15 minutos. O desembarque na estação da Sorocabana em Agudos foi um sucesso estrondoso, ainda mais por se tratar, na ocasião, de um bloco totalmente original e cômico. Já na plataforma, os lordes ficaram abismados ao verem o excepcional número de pessoas que vieram recepcioná-los. Elas haviam sido atraídas por inúmeros foguetes que anunciaram a chegada da banda dos lordes. Passados os primeiros momentos de empolgação, a banda postou-se disciplinadamente, em formação idêntica à das bandas tradicionais, preparando-se para o início da parada carnavalesca. O porta-bandeira Moacir Benetti, que também fazia o papel de maestro, deu o sinal para que se iniciasse a música ensaiada e, assim, começaram a descer a Rua 13, em formação disciplinada, enquanto o público que os apreciava não só sorria a valer como também os aplaudia. Uma multidão foi acompanhando, cantarolando a música-tema “Mamãe eu quero” e as demais. Pessoas nas janelas também aplaudiam. Os lordes, dada aquela recepção, tanto se animaram que passaram a esmerar-se na execução das músicas, precisando o “maestro” solicitar que desafinassem de propósito, para não perder a graça. Esses relatos são um pouco do bloco pioneiro que marcou para sempre a história do carnaval agudense. O sucesso teve motivo muito lógico, porquanto foi o único bloco que apareceu na época para animar o carnaval de rua. Tanto é que Bauru, que, salvo desfiles em épocas mais recentes, não foi feliz em termos de carnaval de rua, convidou a Banda dos Lordes para um desfile na Rua 1º de Agosto, e lá também foi um estrondoso sucesso. A propósito, as bandas do carnaval agudense costumavam apresentar-se na cidade no primeiro e no terceiro dia. A segunda-feira era reservada para apresentação em outras cidades. Esse rodízio impedia que a banda se tornasse “carne de vaca”. Outros grupos se apresentaram em anos seguintes, com características semelhantes, incluindo o segredo das fantasias guardado a sete chaves, para que no dia da apresentação causassem agradável surpresa. As bandas também visitavam os bailes que se realizavam na época. A orquestra contratada para animar o baile silenciava para dar oportunidade à entrada da banda, que executava músicas carnavalescas da época. Quando dos desfiles nas ruas, a banda também era convidada para adentrar bares, onde lhes eram servidas cervejas, ou refrigerantes aos que não apreciavam bebidas alcoólicas. Todos bebiam com moderação porque tinham um longo compromisso com os foliões das ruas e dos salões. As fantasias, após o carnaval, eram preservadas para lembrança, nos anos seguintes. Lembrança da animação, de festas sadias, sem violência, com criatividade, diversão, amizade e união.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Mensagem

O NOSSO CISNE NEGRO
E O LIVRO
DA MÃE TIGRE



2011 começou com duas obras de muita polêmica. O filme “Cisne Negro” (vencedor de inúmeros prêmios independentes) atingiu já o Brasil, com o tema focado em diversas variantes da loucura: a nossa e a loucura dos outros que afetam nossas vidas nos papéis de mãe, orientadores, amigos, entre outros.
A bailarina (Natalie Portman, Oscar de melhor atriz) é cobrada pela mãe castradora que nunca admitiu não ter talento raro, culpando a filha pela sua própria falta de sucesso. Motivo pelo qual se realizava e se vingava ao mesmo tempo na filha. A amiga que pulula entre a admiração e a inveja, sentimentos irmãos, que hora a ajudava e hora a prejudicava deliberadamente. A loucura do orientador que busca atingir o núcleo obscuro de força da bailarina, através de ameaças, ofensas e desafios. O resultado é catastrófico para quem não consegue lidar com a pressão e o sofrimento.
Para outros é maravilhoso, observando-se apenas o sucesso atingido e ignorando o sofrimento próprio e o alheio. No filme fica evidente a violência psicológica e emocional que a mãe infringe a filha que é tratada como um ser não pensante até em idade adulta. Enquanto isso, o livro Battle Hymn of the Tiger Mother, (não foi lançado no Brasil ainda), da chinesa-americana Amy Chua – em tradução livre “Canto sagrado de batalha da mãe-tigre”-, gera polêmica nos Estados Unidos desde janeiro. A autora foi ameaçada de morte por criticar duramente a (nossa?) forma de educar ocidental.
∞∞∞∞∞

Ela é professora do curso de Direito na Universidade de Yale e respeitadíssima em sua área. As duas filhas, hoje adolescentes, foram criadas nos moldes chineses, como ela: sem televisão, sem amigos fora da escola e com uma disciplina militar. Em entrevista para um programa americano, ela comenta que quando uma filha quis parar com as aulas de violino por não conseguir tocar uma difícil música, ela a obrigou a ensaiar mais ainda, até que a filha aprendesse que era capaz de tocar qualquer música e que gostamos de tudo o que fazemos bem. Ou seja, para ela o gostar vem naturalmente depois do domínio; os filhos não sabem decidir o que é melhor para eles e disciplina lapida o diamante bruto que somos ao nascer.


A personagem do Cisne Negro, primeira bailarina da Companhia, também sofria com o perfeccionismo, exigido às vezes pela mãe, mas exigido por si própria, constante e doentiamente. A segunda bailarina ardia em paixão por tudo e imperfeita não conseguiu o papel principal, mas vivia em plenitude e dançava muitíssimo bem, sem carregar o peso do mundo nas costas. A perfeccionista vivia para dançar apenas e impressionar aos outros com sua arte. Para aceitar a nossa imperfeição é preciso humildade e equilíbrio: tudo é passageiro e no final não são os aplausos do público que farão diferença, mas sim o carinho dos poucos que realmente nos amam. Rir dos próprios erros dá leveza à vida. Quem não consegue rir de si próprio acaba sendo o seu maior inimigo, não aceita sua humanidade e exige vôos cada vez mais altos. E todos sabemos: quanto mais alto o vôo...

A pergunta é: onde fica o equilíbrio perfeito? Pois, se de um lado, os filhos criados sem limites sofrerão as consequências previstas, do outro, temos os exageros e abusos que adoecem as almas e transformam crianças em aves sem asas. Exceções existem: uma benção para os pais, filhos que não precisam de rédeas e fazem as escolhas certas desde pequenos.

Os cisnes brancos eram considerados os únicos da espécie até que um dia descobriu-se negros cisnes na Austrália. Foi um choque. Quem nunca se chocou quando vislumbrou o cisne negro que vive dentro de um aparente cisne branco? Será que dentro do cisne negro não vive um cisne branco? Será que não somos todos “zebrados”?
Um cisne só é feliz quando é livre e pode voar. Mesmo assim, até os pais cisnes – brancos e negros - levam os filhotes sobre as costas ou embaixo das asas quando nascem. Com a Mãe Natureza não se discute. Somente ela é sã na sua natural perfeição.

Simone Pedersen

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

DOMINGO PEDE PALAVRA — 49

MARÇO, TEU NOME É MULHER



Curioso que Março seja o mês cujo nome originalmente seja dedicado ao Deus da Guerra. Marte. E que seja justamente nesse mês que se comemora o Dia Internacional da Mulher. Graças ao Dia 8 de março de 1857, naquela fábrica de tecidos em Nova Iorque.
Mulher, cantada pelos trovadores, atualmente nas letras terríveis e vulgares é cachorra. Mulher, já foi onça, já foi bruxa, já foi máquina, e atualmente é fruta. Melancia, Pera... Disforme, deselegante, plena anomalia, como se ignorasse o olhar do homem autêntico, que reconhece a graça, a formosura e a cadência do corpo e do andar feminino.
Mulher é valente. Menina travessa, serelepe, criança correndo ao vento, será mulher livre no pensamento, sem mordaças...
É incrível que numa era de tantas conquistas a mulher ainda seja vítima da violência, da brutalidade masculina, e oprimida, às vezes por uma sociedade, por uma religião. A luta da mulher é sempre mais ampla, a sua dor é sempre mais aguda...
Já pensou na agudeza da dor de uma mulher que se tornou mãe e vê seu filho partir para a guerra? E a guerra aqui é a metáfora mais perfeita da morte, pois ela pode acontecer na rua, lá, depois da esquina, quando seu filho se torna um viciado ou qualquer outra infelicidade.
Mulher, namorada, mulher operária, mulher explorada, mulher Presidente da República. O tempo é dela, a luz é dela, da mulher, afinal é ela quem traz a vida à luz.
A perversidade de uma sociedade machista e patriarcal resiste em plena era da informática. Mas ela resiste, pois será sempre uma guerreira, um lírio branco. Ela resiste porque é da sua natureza resistir. O ser mais temido pelo homem autoritário é justamente ela.
E o Dia 8 de Março? Teremos neste ano a terça de carnaval. As sambistas, as passistas, as porta-bandeiras, todas na avenida, para deleite e cobiça dos olhos... São as mesmas valentes guerreiras que estão nas salas de aula ensinando o futuro às crianças, estão nas fábricas e nas caixas registradoras das lojas... Aos que se iludem ainda pensando que mulher é boneca, terão que se acostumar com a ideia de que mulher pensa, sofre, sente, vive, respira, ama, e quer amor.
Que no dia 8 de março, não faltem bombons, flores, carícias, abraços, sorrisos, companheirismo, cinema, mas também reflexão.

MARCIANO VASQUES

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Você conhece?

O Sermão da montanha
(*versão para educadores*)



Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado
sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se
aproximassem.
Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a
lição da Boa Nova a todos os homens.

Tomando a palavra, disse-lhes:

- "Em verdade, em verdade vos digo:
Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Felizes os misericordiosos, porque eles..."


Pedro o interrompeu:
- Mestre, vamos ter que saber isso de cor?
André perguntou:
- É pra copiar?
Filipe lamentou-se:
- Esqueci meu papiro!

Bartolomeu, quis saber:
- Vai cair na prova?
João levantou a mão:
- Posso ir ao banheiro?

Judas Iscariotes resmungou:
- O que é que a gente vai ganhar com isso?
Judas Tadeu, defendeu-se:
- Foi o outro Judas que perguntou!
Tomé questionou:
- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?

Tiago Maior indagou:
- Vai valer nota?

Tiago Menor reclamou:
- Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.

Simão Zelote gritou, nervoso:
- Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?

Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!

Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão, nem
ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus,
dizendo:
- Isso que o senhor está fazendo é uma aula? Onde está o seu plano de
curso e a avaliação diagnóstica? Quais são os objetivos gerais e
específicos? Quais são as suas estratégias para o levantamento dos
conhecimentos prévios?

Caifás emendou:
- Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades
integradoras com outras disciplinas? E os espaços para incluir os
parâmetros curriculares gerais? Elaborou os conteúdos conceituais,
procedimentais e atitudinais?

Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e
reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus
discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino
de qualidade. Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em
dúvida a eficácia do nosso projeto.
E vê lá se não vai reprovar alguém! Lembre-se que você ainda não é
professor titular...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Convite para concerto em auxílio às vítimas da enchente




Queridos amigos,

Compareçam ao concerto onde serão executadas três maravilhosas cantatas de Bach, uma delas com solo do meu filho, o barítono Daniel Marchi.
Aguardo vocês lá.
Obrigada,
Um beijo,
Regina Sornani