quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Coração de Sampa


2011 está chegando!

São Paulo se prepara para mais uma virada de ano. É como se todos os corações paulistanos pulsassem no compasso das horas e minutos que faltam para o relógio do tempo decretar "Feliz Ano Novo".
No dia 31, vai rolar uma intensa programação comemorativa, passando pela tradicional corrida de São Silvestre e pelo famoso reveillon na Paulista, recheado de atrações, fogos e sensações. Estima-se que dois milhões de pessoas compareçam ao evento já a partir das 20hs. São Paulo é assim mesmo. Tem vocação para o que é grande, o que é mega. De coração, desejo um mega 2011 para toda a gente. Que nosso povo não precise enfrentar tantos problemas e que, a cada dia surjam novas e melhores soluções para a Saúde, Educação, Cultura, Lazer, Transportes e Segurança.
Desejo que a ARTE, a MÚSICA, a POESIA e a LITERATURA sejam, em 2011, constantes na vida dos paulistanos e de todos os brasileiros.
Um bom 2011 a todos!
Regina Sormani

domingo, 26 de dezembro de 2010

DOMINGO PEDE PALAVRA - 40

Marciano Vasques
  

NO DIA EM QUE O ENCONTREI
 
 
Estava vindo quando o encontrei. Dei uma parada e me pus na calçada pra ver a banda e lá estava ele. Num andaime, naquela construção antes da estação do metrô. Colocava, umas sobre as outras, as proparoxítonas.

Estava lá. Nunca pensei que pudesse encontrá-lo assim tão cedo. Aliás, nunca pensei que pudesse mesmo encontrá-lo. Foi um encontro saudável, a melhor coisa que me aconteceu.

Então a vi. Ela também estava lá, na mesma calçada e eu a chamei. Claro que pelo primeiro nome que me veio à mente. Pelo menos pensei que pudesse ser esse o seu nome: Carolina.

Talvez fosse Januária ou Iracema. Cecília? Angélica? Sou meio devagar para guardar nomes.

Já a encontrara antes, pelo menos duas vezes.

Na primeira ela era assim meio bobinha. Ia por uma floresta. Depois de um bom tempo reapareceu com uma fita verde no cabelo. Já estava bem crescida.

E finalmente me apareceu comendo um bolo de chocolate. Quis perguntar o que fazia ali, mas ela responderia o óbvio. Também estava esperando pela banda, ou então o carnaval chegar. Tinha perdido o medo de tudo, e não comia qualquer bolo. Ofereceu-me um pedaço.

Alguma coisa me distraiu, uma ostra, o vento, um zepelim, uma moça com uma tatuagem...

Foi só me distrair e, cadê a menina?

Num instante desapareceu. Tentei segui-la para perguntar um monte de coisas, mas no meio da multidão não encontrei mais nenhuma menina com chapeuzinho.

Não tinha reparado, mas havia uma multidão. Gente de todo tipo, uns lendo um almanaque, outros pelas tabelas, ainda esperando, esperando, esperando...

Perguntei inutilmente para uns curiosos se algum deles havia visto uma menina assim, mas eles disseram que não tinham tempo para reparar em meninas com chapéus amarelos, mas eu argumentei também inutilmente que essa menina era muito importante e todos precisavam conhecê-la.

Ninguém queria saber, aliás, ninguém prestava atenção em mim. Um sujeito ouvia um rádio de pilha, colado ao ouvido. Do jeito que se movimentava, pareceu-me que ouvia uma dessas músicas assim com éguas.

Penso que essa multidão sempre esteve presente. Comecei a ficar sufocado, querendo sair do meio da multidão, quis gritar que a banda já havia passado, mas senti que ninguém estava esperando pela banda, talvez o sinal ainda estivesse fechado ou estavam esperando acontecer alguma coisa com ele, que continuava pendurado na construção.

Parece que a multidão gosta de ficar olhando para os andaimes lá no alto. O que sei é que a multidão não é muito chegada em olhar para o céu, assim contemplativamente. Isso é fácil de resolver, pensei, bastaria alguém espalhar o boato de que algumas nuvens jorram moedas.

Achei melhor seguir em frente, para não chegar atrasado. Olhando as vitrines mas procurando não me distrair para não perder a hora.

Passou por mim um sujeito com tipo de malandro oficial e, como se fosse num sonho, quatro animais, cantando...

Era um sonho, sim, só podia ser, mas eu estava com tanta pressa que achei melhor nem pensar nisso. Sonhos ficam para depois.

Passou uma morena por mim. Outra que está correndo. E olhe só o tamanho da fila do metrô! Perdi a morena de vista. É a coisa mais fácil perder alguém de vista em São Paulo. As pessoas entram nos labirintos e desaparecem. Adeus, morena. De Angola?

Meus caros amigos: sinto que estou ocupando demais o tempo de vocês, mas não podia deixar de contar esse encontro com ele, e com ela, a menina que perdeu os medos, e com as mulheres, todas: a morena, a noiva da cidade, aquela mulher, a Teresina, e outras.

Elas estão em nossas vidas, uma aparece como se fosse a primavera, outra, sob medida, uma nos oferece um amor barato, outra nos deixa injuriado. É assim, compadre, o que seria do seu cotidiano sem a presença da mulher? Mesmo que apenas em sonhos...

Mas, trocando em miúdos, está na hora de a gente se despedir, o dia vai começar. Parece que tudo está do mesmo jeito. A gente continua lutando, lutando... e uma dor sempre querendo se hospedar.

No fundo mesmo o que eu queria era contar esse encontro que tive com ele. Um encontro desses faz um bem danado.

sábado, 25 de dezembro de 2010

NOTICIAS DA TERRINHA

PROMESSA É DÍVIDA

Como promessa é divida, saí pela cidade fotografando com minha Sony digital. As fotos não estão muito boas porque a maioria delas tirei dentro do carro. Mas acho que vocês conseguirão ver um pouco da decoração natalina de nossa terrinha.

É uma decoração simples (não podemos competir com Avenida Paulista), mas feita com muito carinho pela Prefeitura Municipal de Agudos.
Além da decoração, todos os moradores receberam cartões de natal do prefeito e seu vice e do ex-prefeito que foi candidato a deputado federal.
Nosso prefeito, mesmo sendo jovem (23 anos de idade), é uma pessoa preocupada com o bem estar da população e muito querido por todos.


Local onde foram distribuidos os presentes para as crianças
casinha do Papai Noel

Papai Noel gigante
Rua 7 de Setembro decorada

Rua 13 de Maio decorada

Arvore de Natal na praça Tiradentes

Arvore de Natal e a Rua 13 de Maio

Nosso Paço Municipal

Cartão de Natal do prefeito e do vice prefeito de Agudos

Verso do cartão

Cartão do nosso ex- prefeito e candidato a deputado federal


Verso do cartão


sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel


Estávamos ocupados recebendo e enviando mensagens de Natal pela internet. De repente, sons vindos da rua chamaram nossa atenção e fomos até a janela. Dois rapazes, com o tradicional barrete vermelho com pompons na ponta vinham vindo pela rua. Um tocava sax e o outro, tambor. A música que eles tocavam era a do título desta matéria: "Papai Noel, vê se você tem a Felicidade, pra você me dar. Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel".... Percebemos que o Papai Noel ainda não havia chegado para os dois músicos que ali estavam, exibindo sua arte em troca de algumas moedas.
O Marchi lembrou-se do pai, exímio pianista que ganhava a vida dando aulas de piano dia e noite. Também pensei no meu pai que começou a tocar flauta, profissionalmente, aos doze anos de idade e nunca mais parou...
Será que Papai Noel, em 2011, será mais generoso com os músicos deste imenso Brasil?
Pelo sim, pelo não, corremos lá fora e depositamos na caixinha de coleta dos músicos a nossa contribuição, na esperança que muitas outras pessoas, vendo nosso gesto, também resolvam ajudar.

Feliz Natal a todos.
Um beijo,
Regina Sormani

domingo, 19 de dezembro de 2010

DOMINGO PEDE PALAVRA - 39




A memória nos salvará!
   

A memória nos salvará! Não é possível seguir durante muito tempo sem retornar à memória. Ela nos devolverá a lucidez, a paz, a harmonia e nos trará a felicidade. Precisa ser cultivada desde cedo em cada pessoa, nos jovens, nas crianças. Devem ser erguidos novos estudos sobre a memória, para que ela seja cada vez mais requisitada, cada vez mais faça parte da vida de cada um. Não estudos científicos apenas, mas filosóficos, principalmente.
         As pessoas que vivem no Saboó, em Santos, perto do cemitério da Filosofia, talvez vivam em estado de memória. Quem sabe tenham nos entrelaçamentos dos neurônios a mesma maresia que invadia as casas, os carnavais antigos, o Monte Serrat, a pedra branca na areia, os trilhos, o sol, Rosema banhada de confetes, luzes despedaçadas nos paralelepípedos, o jogo do bicho, os barcos, a malandragem, as prostitutas, os vestidos coloridos, a alma portuguesa. Quem sabe tudo só encontre agora o seguro cais na poesia. A literatura é a morada derradeira da vida.
         Coentro, salsa, leite de coco, o aroma do peixe moqueado envolvido na folha de bananeira invadia o quintal. Aroma que ficou na memória dos sentidos, como ficou a fuligem nos sulcos do rosto da minha mãe, mastigando um bagaço de cana no quintal, como ficou o balde que rolava na ventania, como ficou a roupa estendida no varal, o boné da CMTC num cabide, o diapasão do amolador de tesoura, a voz do peixeiro e a voz do carvoeiro e o fósforo riscado numa noite, a voz  doce que contava histórias nas quais filhos que batiam nas mães eram possuídos por uma maldição que os transformava em lobisomens.
         Memória dos sentidos nos verdes que saltavam, na luminosidade dos insetos, uma joaninha, uma libélula, um gafanhoto, uma cigarra enterrada na areia num sol quente de meio-dia. Coisas que se perdiam, que partiam diariamente, se desfazendo, se dissolvendo, desaparecendo,
         A memória dos sentidos, o primeiro perfume da menina do amor platônico, casto; seus olhos, sua pureza, sua timidez. As conversas pleonásticas, a voz de meu pai, queixas, o vinho, as castanhas, as qualidades do café, o governo, a ditadura, os comunistas, palavras que chegavam aos meus ouvidos, como mamona...
         A memória dos sentidos é a extensão das coisas.
O sonhador, a necessidade urgente do sonhador como o salvador da sociedade humana. Sociedades de cartão de crédito, tecnologia avançada e  comunicação instantânea, nas quais a criatura da indiferença invade corações e ergue monstros automáticos. Sim, a indiferença planeja monstros automáticos que obedecerão aos sistemas, de cérebro invisível, mas com tentáculos visíveis. A imagem é forte. Mas, que outra poderia ser utilizada? 
Só o sonhador trará o equilíbrio, a harmonia perdida, o sonhador é a personagem que teria o destino da cicuta, o destino da cruz, para usar uma figura que se ampliou muito na humanidade, a idéia originalmente mitológica de destino. E as figuras do veneno tomado pelo filósofo (aquele que é acusado de envenenar a sociedade e corromper a juventude, é forçado a tomar o veneno dos representantes da sociedade!) e a cruz de Cristo, como símbolos fundamentais  para se compreender a insensatez humana.
         Sonhador: o filósofo grego ensinando geometria aos escravos, um teólogo afirmando que a igreja é um relâmpago puxado por um carro de boi, o poeta Rimbaud ensinando o Alcorão aos meninos, o sanfoneiro com a alma do povo, que tocava num dia frio na praça Chamego o poema musicado de Patativa de Assaré, e sua contribuição maior para a humanidade na canção que fala do pássaro com os olhos furados para cantar mais bonito...
         A poesia, os cânticos bíblicos. Sanchoniathon, encantado diante do vendaval que erguia as ondas do mar criava o espírito de Deus. O jovem com a perna amputada e o rosto banhado de lágrimas, no convés, desesperado, querendo morrer, e na murada do navio olhando as ondas agressivas contra o casco, as espumas formadas pelo choque,  e o céu  que escurecia trovejando, o peito arrebentando  e o seu grito lançado em sangue aos céus: Espumas flutuantes. Espumas flutuantes. Espumas flutuantes!
         O poeta Ezra Pound numa transmissão radiofônica pedindo  apoio ao ditador Benito  Mussolini. Erasmo de Roterdam, o homem que via na imprensa o instrumento maravilhoso que abriria as portas de um novo tempo, escreve em sete dias o ELOGIO DA LOUCURA, obra impressionante do espírito humano, um dos seus maiores patrimônios, escreve-a na casa de Thomas More, seu amigo, como remédio para as insuportáveis dores renais; uma critica impiedosa da arrogância e  da insensatez humana, nascendo da dor e do atroz sofrimento .
         Sofrimento humano, a memória de um aspecto da condição humana.
Um homem segurando a minha mão na estação Sorocabana de Santos, que foi embora, foi destruída, acabou, não existe mais. Em seu lugar foi erguido um supermercado EXTRA, triste imagem dos nossos dias, templo do consumo substituindo uma estação ferroviária que jamais deveria ser demolida. Mas a estação está no único lugar possível, a memória afetiva. Memória afetiva que precisa ser resgatada, renascida, estimulada. É preciso um investimento fenomenal na memória afetiva para que não aconteça mais o que aconteceu com a estação ferroviária de Santos.
         Um gesto, uma xícara estendida com chocolate quente, mãos que tremiam, cortavam o pão e passavam manteiga numa manhã fria em Ribeirão Pires. E me estendiam o cobertor numa noite chuvosa. Quanto amor! Quanta ternura! Não encontro outras palavras. Para onde foi aquela manhã fria em Ribeirão Pires? Para onde foi aquela noite chuvosa? A memória afetiva precisa ser urgentemente resgatada!
         A memória afetiva é a memória do coração, da alma.
Um outro tipo de memória precisa de cuidados, de atenção, de gesto amoroso. É a memória literária. Uma das mais impressionantes do ser humano. Patrimônio de séculos, desde o primeiro fragmento em estela, a primeira argila, o primeiro papiro, os palimpsestos. Nós, os humanos, somos nossos próprios palimpsestos por causa desta memória.
         Como evocar a memória literária? Ela nos traz o mundo paralelo, a segunda vida vivida por cada um. Quem nunca leu um livro viveu apenas uma vida.
         O mesmo pode ser dito sobre o teatro? Sobre o cinema? Sobre outras formas de entretenimento ou manifestações culturais do homem? Não.
         O livro é o único que estabelece um contato solitário entre você e a segunda vida, que é a vida literária.Você é incompleto sem uma vida literária. Os personagens da literatura são como os seus vizinhos, as pessoas que encontra na feira, os que preparam a moqueca de peixe; elas estão protegidas, preservadas, a sua espera nas páginas de um livro.
         As suas impressões, a sua leitura, as imagens que você criou, a forma como interpretou, as emoções que sentiu, são únicas. Entre você e o livro (o objeto que tem alma!) não há intermediários, não há ninguém, só há você, o autor e a segunda vida. Um livro, além de solitário, é para sempre (Ver A ALMA DO LIVRO, artigo de minha autoria,  publicado no CORREIO DO SUL, Varginha/MG), essa é a sua alma!
         Mas quando você o reler, ele será outro livro, porque você será outra pessoa. Experimente reler algum livro que leu em 1978, seja Dostoievski, Erich Frohmm, Goethe, enfim, qualquer autor, qualquer livro que tenha lido. Verá que agora é outro livro, e descobrirá maravilhado que você é outra pessoa. Só o livro pode fazer isso!
         A memória literária é a memória inventada pelo ser humano e precisa ser cultivada diariamente, para que a sociedade seja humanizada. O livro espera por esse acontecimento extraordinário.
Aqui encerro essas reflexões sobre a memória, com suas prováveis divisões em memória dos sentidos, do sofrimento, afetiva e literária.

Marciano Vasques

sábado, 18 de dezembro de 2010

Mensagem

RECOMEÇO

Todos nós, em um momento da vida, temos que lidar com a dor do luto. A morte em sua túnica negra que vem e nos leva alguém para sempre. Nunca mais teremos a chance de dizer o quanto o amávamos, segurar suas mãos ou beijar sua testa. Nunca mais teremos a possibilidade de dizer o quanto nos arrependemos de palavras e atos proferidos entre chamas de intempestividade. Mas quem ama sabe, entende e perdoa mesmo que não tenhamos tido oportunidade de verbalizar um pedido. A morte também se aplica a relacionamentos, empregos, residências, saúde, entre outros. No sentido figurado é “fim, desaparecimento de qualquer coisa que tenha se desenvolvido por algum tempo”.
Em 1969, a Dra. Elisabeth Kubler, uma psiquiatra suíça, descreveu os cinco estágios das emoções de quem sofre de luto. Nem sempre passamos por todos, ou na sequência que ela usou, mas quem sofre uma perda provavelmente encontrar-se-á nessas emoções. A primeira, a negação, quando não aceitamos o que aconteceu, entramos em um estado fantasioso e não tomamos as providências necessárias. “Eu não acredito que isso aconteceu, é um sonho, quando acordar tudo voltará a ser como antes”. Acreditamos que podemos reaver o que ou quem perdemos, continua-se o dia a dia como se nada houvesse acontecido, estranhamente com alegria. Na segunda, a raiva nos consome, procuramos defeitos no passado ou acusamos pessoas e o destino pelo evento: “Nem era um bom emprego”. “Os outros” são culpados pela nossa perda, pelo nosso fracasso, como se não houvéssemos participado do processo ativamente. A negociação vem a seguir, a dor é grande demais e passamos a procurar formas de amenizá-la, seja através de oração, reuniões, pedido de desculpas: “Não posso viver com esse vazio”. Procuramos o passado para tentar mudá-lo. Depois, na depressão, percebemos que realmente não foi possível negociar com a vida e voltar a um tempo antes da perda, entramos em um estado depressivo, sentimos impotência, culpa: “A minha vida não mais tem cores”. Finalmente, vem a aceitação e continuamos a vida, seguimos em frente, buscamos novos objetivos, reencontramos a energia de outrora e voltamos a sorrir: “É preciso continuar”.
A época do Natal inunda muitas pessoas de nostalgia e sentimentos de luto, como um tsunami de memórias de um tempo que se afogou. Se não fossem as crianças esperando o Papai Noel, talvez muitos preferissem acordar em janeiro (negação). Nós, adultos, temos que lidar com a confirmação de que mais um ano se foi feliz ou não, nunca mais viveremos os mesmos momentos. Filhos cresceram, pessoas amadas partiram, empregos terminaram... Para os que foram felizes nesse ano, desejo que 2011 seja ainda melhor. Para os que passaram por um luto em 2010, desejo que o próximo ano seja o começo de uma nova estória, dessa vez com um final feliz. Reafirmo as palavras de Chico Xavier: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”
Simone Pedersen

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Técnicas de Ilustração 11- Painel Romi


Caros amigos,


Desta vez o trabalho aqui postado não é uma ilustração. É uma alegoria, pintada a óleo sobre tela, nas medidas 3,00m X 1,93m. Foi encomendada para ser colocada na Sala do Conselho das Indústrias Romi, sediada em Santa Bárbara do Oeste, interior do estado de São Paulo. Foi pintada 37 anos atrás. O tema abordado foi a industrialização do aço.


Um abraço,

Gilberto Marchi