Caros leitores!
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Feira Literária em Agudos
Alô pessoal!
Estarei na feira literária de Agudos, interior do estado. Acontecerá do dia 22 a 26 de outubro, com várias atividades literárias, feira de artesanato, oficinas, autógrafos, etc.
Meu dia será 23, terça. Agudos é uma linda e acolhedora cidade, próxima de Bauru.
Espero vocês lá.
Um abraço,
Regina Sormani
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Técnicas de Ilustração nº 27
Olá!
A arte que estou postando desta vez foi realizada com guache para o Circo Di Roma, que se encontrava na época no sul do país. Nas décadas de 70 até meados dos anos 80, criei outdoors para muitos circos e espetáculos, entre eles: Thyani, Garcia, Di Roma, Romano, Do México, Circo de Moscou e Holiday On Ice. Para este último, criei outdoors durante 18 anos. É uma pena que uma lei imbecil tenha tirado todos os oudoors da cidade, sem diferenciar o que era bom do que era de mau gosto.
Um abraço,
Gilberto Marchi
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Viva a Poesia!
Meus queridos amigos!
Esta poesia faz parte do meu livro POESIAS A GRANEL, lançado na Bienal internacional do livro de São Paulo, 2012. As ilustrações da capa e miolo são do Marchi. O sucesso entre os pequeninos é enorme. As ilustrações são para colorir.
Beijos,
Regina Sormani
O palhaço, o que é?
O palhaço tem que ser malabarista!
Antes de tudo, artista.
Sambista.
Equilibrista.
Mesmo chorando, ele é engraçado!
Sempre assustado!
Festejado.
O palhaço, o querido faroleiro.
É o rei do picadeiro!
Violeiro.
Sanfoneiro.
De verdade, ele é um trapalhão.
Marmanjão.
Palhação.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Intelectual do ano de 2012
Tatiana Belinky eleita Intelectual do Ano
Nota do Jornal da UBE nacional set.de 2012 nº36
Escritora teve 119 votos contra 58 de Adib Jatene
“Para receber o Juca Pato vou até de padiola”. Foi assim, esbanjando a alegria de uma menina de 93 anos, mesmo com a mobilidade restrita, que Tatiana Belinky reagiu quando o presidente Joaquim Maria Botelho perguntou-lhe onde gostaria de receber o Troféu Juca Pato como ganhadora do Prêmio de Intelectual do Ano. Ela obteve 118 votos contra 58 do cardiologista Adib Jatene, A entrega do prêmio deverá ser no auditório da Academia Paulista de Letras, em data ainda a ser confirmada.
A escritora que nasceu na extinta União Soviética e veio para o Brasil com 10 anos, concorreu com a mais recente de sua rica produção de contos e poesias para crianças: Língua de Criança - Limeriques às soltas, livro lançado pela Global Editora em 2011. A disputa entre ela e o cardiologista Adib Jatene – que concorreu com o livro 40 anos de Medicina – o que mudou? - em parceria com o ministro Alexandre Padilha, quebrou jejum de oito anos sem eleição direta do Prêmio Intelectual do Ano.
- A disputa reuniu dois candidatos fortes e carismáticos, avaliou Joaquim Maria Botelho, presidente da UBE. Talvez, por isso, a eleição tenha sido mais qualitativa do que quantitativa. Eles foram votados em pelo menos 10 estados brasileiros e também por associados que moram nos Estados Unidos, França, Alemanha, Costa Rica e Nova Zelândia.
Parabéns Tatiana!
Muitos beijos de todos nós.
Regina Sormani
domingo, 16 de setembro de 2012
Amizade
Recebi, com alegria este presente virtual da querida amiga Laura Bergallo.
Amo as flores e as considero perfeições da natureza.
Obrigada, ninha amiga!
Viva a Primavera! Viva a amizade!
Mtos bjs,
Regina Sormani
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Mensagem -
SEXO É COISA SÉRIA. SERÁ?
Por Simone Pedersen
(Revista ContemporARTES. Ago. 2012)
Não é inverdade dizer que o homem sempre gostou de sexo, desde os tempos de Adão e Eva. Por muitos séculos, sexo era assunto intocável. Um segredo de estado matrimonial. Senhoras engravidavam e tentavam esconder a barriga que fofocava seus pecados. Meninas se casavam sem imaginar que seriam usadas, violadas, viradas do avesso e depois descartadas.
Prazer feminino era palavra inexistente. Só o do macho importava. Mesmo que para atingi-lo, a mulher fosse transformada em boneca inflável.
Creio eu que sempre houve um caso de amor, aqui e acolá. Talvez Adão tenha sido um homem apaixonado que dava flores para a Eva e acariciava seus lindos cabelos longos após fazerem amor, em uma ilha paradisíaca.
Nos anos 60 veio a liberalização em forma de cartela com vinte e oito comprimidos. Mulheres saíram às ruas com os seios de fora e gritaram por igualdade. Pena que a cegonha não as ouviu.
O que vimos depois disso foi uma rápida mudança no comportamento social e sexual da humanidade nos países ocidentais. De iguais passaram a dominar a relação e destacaram todos os rótulos, abolindo contratos nupciais, eliminando a obrigatoriedade do hímen e inventando novos verbos: ficar, transar, curtir, além de outros impublicáveis.
Não sei onde ficou o amor nessa história toda. Só sei que ele continua essencial em todos os relacionamentos. Casais se amam, amigos se amam, familiares se amam. Logo, sem amor não há relacionamento de verdade, principalmente quando se envolve sexo.
E o amor é gostoso, livre, desregrado. Relacionamentos formais, enjaulados, enferrujados não são banhados em amor. Sexo com amor é maravilhoso, instigante, renovável.
Dizem que um casal que nunca se separará é aquele que conversa muito sobre todos os assuntos. Ou seja, a amizade é o alicerce do amor apaixonado. Eu acredito que um casal que nunca deixará de fazer amor é aquele que conversa muito e ri mais ainda. Porque rir é sinônimo de alegria e sexo é isso: um momento de felicidade em que duas pessoas unidas em carne e espírito comungam do mesmo sentimento, criando um elo mágico, que como o vento, não se vê. E o vento não é sério. Ele está sempre dançando. Ele sempre nos faz sorrir.
Simone Pedersen é escritora associada à AEILIJ regional de S.P
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