quinta-feira, 18 de abril de 2013

18 de abril - Dia Nacional do Livro Infantil -

Em 18 de abril é comemorado o Dia Nacional do Livro Infantil em homenagem ao aniversário de Monteiro Lobato.
A arte acima foi executada pelo ilustrador Gilberto Marchi na técnica de óleo sobre cartão preparado para o Círculo do Livro.
Um forte abraço,
Regina Sormani

terça-feira, 16 de abril de 2013

Viva a Poesia!

Caros amigos!!!
Esta poesia de Olavo Bilac é uma das minhas preferidas. Espero que vocês também curtam.

Beijos da Regina Sormani

Via Láctea

"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,
Que para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas pálido de espanto...

E conversamos toda a noite enquanto
A via láctea, como um pálio aberto;
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem quando estão contigo?

E eu vos direi: " Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas."

Olavo Bilac/ Agir/ RJ

quarta-feira, 27 de março de 2013

Llivro O ANIVERSÁRIO DO DINOSSAURO


Meus queridos amigos!
Aconteceu dia 23 de março, sábado, na Livraria da Vila da Fradique Coutinho o lançamento do livro O Aniversário do Dinossauro, da editora Dedo de Prosa com texto de Índigo e ilustrações de Elma. Durante o evento, os pequenos leitores também participaram de uma animada contação de história.
Parabéns Silvia, Índigo e Elma.
Bjs da 
Regina Sormani.





























domingo, 17 de março de 2013

Técnicas de Ilustração - nº 30


A arte  O COELHO E A TARTARUGA foi feita pelo Marchi para a AVIANCA, na técnica do lápis de cor com SUPRACOLOR, sem usar água, pois esse material é aquarelável. Arte inédita.
Um abraço,
Regina Sormani

sexta-feira, 8 de março de 2013

8 de março - Dia Internacional da Mulher -



Parabéns companheiras!
 Agradeço o apoio de todas as horas. As nossas estradas nem sempre serão  belas e floridas, mas a força e determinação nos levarão à conquista dos nossos objetivos.
Um forte abraço,
Regina Sormani

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Antigamente era assim...


Histórias da minha mãe

Minha mãe se chamava Marina e com ela aprendi a gostar de ouvir e de contar histórias. Antes do sol nascer, ela se levantava para acender nosso fogão de lenha e preparar o café da manhã para a família. Lá do meu quarto, assim que ouvia o barulho das panelas, eu pulava da cama e corria para a cozinha e me sentava à beira do fogão. Daí, ela abanava as cinzas para a lenha arder mais depressa, as chamas aumentarem de força e tamanho e, assim, ferver a água. Enquanto a água fervia na grande chaleira de ferro, era chegado meu momento favorito: a hora de ouvir histórias.
Lembro-me de uma, em particular que ela contou várias vezes a meu pedido.
Meus avós maternos imigrantes italianos adquiriram, chegando ao Brasil uma propriedade rural na cidade de Agudos, interior do estado de São Paulo. Nesse local, que veio a ser chamado Colônia Italiana, construíram suas moradias, cultivaram o solo e iniciaram a criação de animais, para ordenha, que ficavam soltos nos pastos.
Meu avô, Fortunato Andreotti, cuidava da propriedade auxiliado pelos filhos mais velhos, como era o costume. Certa tarde, chovia muito e ele voltou pra casa exausto da lida que começava às cinco da madrugada. Minha avó, Marieta, fazia os preparativos para o jantar, ajudada pelas filhas mais velhas, como era o costume. Ali, da porta da entrada, ouviam-se os gritos do filho caçula, o pequeno Hélio.
Meu avô perguntou então:
— O que tem o bambino?
Minha avó respondeu:
— Está chorando há horas, ele quer sair para brincar lá fora, mas chove sem parar...
Fortunato Andreotti era um homem bom que amava sua família e tinha um xodó pelo caçulinha Hélio. Aproximou-se do pequeno chorão e, enxugando as lágrimas que escorriam pelo rosto do menino conversou com ele. Hélio acabou desabafando:
— Pai, eu quero ir ver as vaquinhas no pasto!
E lá foi o Hélio, no colo do paizão, debaixo de um forte aguaceiro, passear no pasto para ver as vaquinhas. Para protegê-los, apenas um velho guarda-chuvas.
É, mas a história não terminou ali, debaixo da chuva. 
Minha mãe que estava lá, viu e viveu tudo isso, contou que o irmão caçula gostou tanto do passeio que não deu mais folga. Durante muito tempo, mesmo nas tardes de tempo firme, lá ia o pai dela, meu avô Fortunato, com o Hélio no colo, ver as vaquinhas no pasto...com o guarda-chuvas aberto.

Um beijo,
Regina Sormani

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Quem conta um conto.....



Meus amigos,

Uma jovem mãe, que costuma passear pelas lojas que vendem brinquedos nos shoppings paulistanos, contou-me a história abaixo.
 Pode ser que ela tenha aumentado
 um ou dois pontos, mas, achei interessante e resolvi repassá-la a vocês. 
Um beijo,
Regina Sormani

De verdade!

O vendedor se esforçava para agradar o freguês que estava inseguro, ali, na sua frente. No balcão, uma montanha de brinquedos de todos os tipos. Confuso, o moço demonstrava que era sim, pai de primeira viagem. O que comprar? Será que sua filhinha iria apreciar o coelhinho de pelúcia? Ou seria melhor levar a boneca? Sim, era linda, mas...
Depois de algum tempo, o vendedor, já impaciente e disposto a vender a boneca de qualquer forma, lançou mão do seguinte argumento: a preciosa boneca era tal qual uma criança de verdade.
— Veja — ele demonstrava — esta boneca fala: ma-mãe! Tal qual uma criança de verdade. Além disso, ela mama toda a mamadeira, uma graça! Até parece de verdade.
Sua filha vai gostar de pentear a boneca, pois os cabelos são quase de verdade.
O rapaz, continuava em dúvida, ouvindo e sorrindo.
Para reforçar a argumentação, o vendedor resolveu dar a última cartada:
— O senhor não vai se arrepender se levar a boneca. Ela é tão semelhante a uma criança de verdade, que ao colocar sua cabecinha no travesseiro, a boneca fecha os olhinhos e já começa a ressonar, em sono profundo.
Imediatamente, o indeciso contestou:
— Essa não, meu amigo! Você, com certeza não é pai! Não sabe o que é uma criança de verdade...: